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Depoimentos dos clientes

Fumo para cachimbo Dunhill Standard Mixture lata c/50gr.

  • Uma mistura meio de Virgínia e tabacos turcos com sabores ricamente refinados.Virgínia, latakia e orientais.

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Dunhill Standard Mixture é uma tradicional mistura inglesa, obtida de fumos Latakia de Chipre e Oriental Mediterrâneo de superior qualidade, misturados com folhas escolhidas de fumo da América do Norte, da Carolina e da Geórgia, semi secas em tambores, para incrementar o sabor e o aroma.
 

Uma excelente mistura inglesa clássica, muito bem mistura e com uma complexidade interessante, muito bem dosado, todos os tabacos são presente durante a fumada, mas sem que nenhum se sobressai aos demais.
 

O fumo mais popular da Casa Dunhill, indicada para iniciantes por ser mais fria. 
 

Latakia Cipriota  
   
O latakia da ilha de Chipre vem de uma semente da variedade Esmirna ou Izmir que produz uma planta de folhas pequenas, ainda menores que as do latakia sírio, alcançando de 15 a 18 cm , com uma cor que vai do amarelo ao marrom.

O tratamento das folhas colhidas é similar ao do produto sírio, originando um tabaco muito escuro, quase negro, com aroma mais profundo. As diferenças em aroma e sabor são, em parte, das diferenças em aroma e sabor das madeiras e ervas usadas na defumação, as quais, embora possam ser as mesmas, são influenciadas pelas diferenças de solo e clima entre a ilha e o continente.

Quando comparado com o produto sírio, o latakia cipriota tem um sabor menos picante e seu paladar amadeirado não é tão definido e menos aguçado. Sendo, não obstante, um latakia, o seu uso descuidado em misturas pode fazer desaparecerem tabacos mais delicados e propiciar aos fumantes a mesma experiência inesquecível, para o bem ou para o mal, de seu semelhante sírio.

Diferenças entre os Latakias Sírio e Cipriota:

Ainda que o latakia originário de Síria, um ingrediente necessário de muitas misturas clássicas de antanho, e a agora mais comum folha de Chipre, compartilhem nome e técnica de cura, estes dois fumos são entre si muito diferentes, tendo cada um qualidades únicas, e personalidades muito diferentes.

O latakia sírio provem das folhas longas e estreitas da planta conhecida como shekk-o-bint. Depois de cortá-la, a folha é seca ao sol, depois se pendura-as em celeiros para ser defumada sobre brasas de folhas e madeiras locais, dando assim o característico aroma defumado e seu distinto sabor. O "shekk-o-bint" é um tabaco forte, possuindo uma generosa dose de nicotina, a qual é parcialmente responsável do robusto corpo da fumada. Depois do longo processo de cura, a folha é de uma cor mogno castanho, com um aroma picante, terroso, ligeiramente penetrante, com reminiscências das fogueiras dos acampamentos na praia.

Seu rotundo sabor é picante e algo forte; quiçá poderia considerar-se azedo, e pode dominar uma mistura se o usa em grande quantidade, prevalecendo sobre todos, exceto sobre os virgínias mais robustos. Em pequenas quantidades se mistura delicadamente com a mistura; em quantidades grandes se torna dominante. Fumado diretamente, converte-se em um claro ditador uma sobrecarrega de sensações acontecem rapidamente e um gosto forte permanece na língua. Também pode fazer tudo girar (tontura) para aqueles não estão acostumados com grandes doses de nicotina.

O latakia de Chipre, A primeira ilhota do latakia sírio do outro lado do Mediterrâneo começa a vida como uma variedade de Smyrna de folha pequena, ou variedade Izmir. É um tabaco do tipo turco, com pouca nicotina, e conhecido por seu delicado sabor doce e excelentes características de combustão. A folha cortada se cura ao ar em beirais e depois é tratada de uma forma similar à usada no latakia sírio. O produto acabado é quase negro, com um aroma mais profundo e escuro do que seu colega sírio. Em comparação, seu sabor é menos picante e seu sabor defumado mais arredondado e menos definido. 


O latakia tem origem na Nicotiana Pérsica, a menor das plantas do gênero Nicotiana, mas deve ser deixado bem claro que nenhuma folha natural de tabaco pode ser chamada de latakia; esse nome só é adquirido após um longo processo de cura e defumação, cuja origem se perde no tempo e por isso é sujeita a ser contada como lenda e ser personagem de muitas histórias.

O processo de defumação para a produção do latakia parece ter sido descoberto por acaso, quando alguns produtores de tabaco penduraram as folhas excedentes de uma colheita no teto de suas casas, onde ficaram expostas ao calor e à fumaça das fogueiras usadas para aquecimento do ambiente. Dependendo das ervas usadas como combustível das fogueiras, o sabor peculiar do latakia era obtido com mais ou menos intensidade. Exatamente como conta a lenda da descoberta da cura ao fogo pelos nativos norte-americanos.

O latakia consumido hoje em dia é proveniente de dois locais mais ou menos distantes e que dão origem a tabacos razoavelmente distintos, mas ambos conhecidos como latakia. Esses locais são a região de Latakia na Síria e a Ilha de Chipre, embora uma pequena proporção esteja sendo cultivada na Grécia. 


Embalagem em lata fechado hermeticamente á vácuo contendo 50 gramas, produzido na Dinamarca. 

Um pouco sobre Dunhill:

A história da prestigiosa marca inglesa teve início em 1887 quando o jovem Alfred Dunhill resolveu ajudar seu pai, Henry, na oficina de arreios, que produzia acessórios para carruagens. Porém o espírito irrequieto de Alfred percebeu que o cavalo, como meio de transporte, estava com os dias contados e que o futuro traria novidades. Mal ouviu falar dos primeiros automóveis,  já se entusiasmou com a ideia, e, foi ali mesmo ao lado do seu escritório, no George Fouthorps Coffe Rooms, que começou a traçar os planos da sua nova empresa fundada em 1893. 

Batizada de DUNHILL MOTORITIES, a empresa vendia tudo o que era necessário ao automobilista: chapéus, óculos, buzinas e até faróis. 
À medida que Alfred comprava e vendia produtos para melhorar sua oferta, mais a empresa crescia, e, em 1904, o catálogo da DUNHILL já contava com 1.300 produtos. O mundo de DUNHILL tinha tantas ofertas que logo começou a inaugurar showrooms no edifício Windsor de Edimburgo, na Escócia, e também no luxuoso Hotel Cecil, de Londres.

Em 1907 deu mais um passo para a construção de um verdadeiro império ao abrir uma loja de tabacos, lançou o Windshield Pipe, um cachimbo que não apagava com o vento. Inicialmente vendendo apenas cachimbos e tabaco, rapidamente deu um toque muito pessoal à sua nova loja ao instituir a My Mixture, uma mistura de tabacos feita na hora e ao gosto de cada cliente. E como achava fraca a qualidade dos cachimbos fabricados na Inglaterra, inaugurou a sua própria fábrica em 1910. Cada um dos seus cachimbos se distinguia de todas as outras marcas por conter uma pintinha branca (White Spot) que se tornou um ícone da marca.

Alfred estava decidido a tornar-se um grande distribuidor de charutos, cigarrilhas, fumo para cachimbo e outros artigos relacionados à tão nobre prazer, como piteiras de prata, bolsas para fumo de cachimbo, cortadores de charutos etc. Em 1914, Alfred já tinha conquistado fama e em 1918 os cachimbos DUNHILL eram conhecidos no mundo todo. Em 1921, logo depois da Primeira Guerra Mundial, apareceram os primeiros e tradicionais isqueiros da marca. A ideia surgiu de uma lata de conserva de mostarda da tradicional marca Colmans, que serviu de inspiração para criar o protótipo, que fora batizado de Unique. O lançamento em 1924 foi um grande sucesso e logo se tornou um acessório indispensável aos cavalheiros da época. A marca garantia que o isqueiro acendia sempre e podia ser manuseado só com uma das mãos.

Nesta época, Alfred Dunhill já havia recebido seu primeiro selo de provedor real como fornecedor oficial de fumo de cachimbo para o príncipe de Gales em 1921. Com isso, a empresa cresceu. Criou um departamento de exportação e abriu mais duas lojas, em Nova York, localizada em plena 5ª Avenida, e Paris. Em 1926 sua filha Mary abriu um salão de beleza iniciando a produção de peças femininas e criando assim, o primeiro perfume com a marca DUNHILL. Em 1928, Alfred aposentou-se e seu irmão Herbert assumiu os negócios.

Surgiram assim canetas, gravatas, relógios de pulso, novos perfumes, bolsas, cintos, além de joias para mulheres, aumentando ainda mais o prestígio da marca. Nessa altura, ser cliente da DUNHILL era sinônimo de se ser chique, sofisticado, rico e famoso.

A DUNHILL encerrou definitivamente a divisão de produtos e acessórios para automóveis em 1931. Durante a Segunda Guerra Mundial a loja de Londres foi severamente afetada pelos bombardeios, ficando praticamente destruída. Mesmo assim, a marca continuou vendendo seus produtos, fato que chamou a atenção da mídia e tornou a marca ainda mais respeitada. A partir da década de 50, a DUNHILL, com o intuito de atender a demanda cada vez mais crescente por seus produtos no mercado internacional, especialmente nos Estados Unidos, além abrir uma nova loja em Londres, inaugurou novas lojas em endereços chiques como a Rodeo Drive em 1951, Chicago em 1958 e São Francisco em 1961. Pouco depois, em 1963, teve início a produção dos famosos cigarros DUNHILL.

Após uma sucessiva expansão na Europa e nos Estados Unidos, a DUNHILL começou a se desenvolver na Ásia e Oriente Médio, inaugurando lojas em Hong Kong (1966) e Tóquio (1969). A partir da década de 70 a marca passou a se envolver com competições esportivas, como por exemplo, torneios de velas, alpinismo, polo a cavalo e principalmente golfe, introduzindo em 1985 a famoso DUNHILL CUP, onde países se enfrentam em uma competição de golfe, e que hoje é chamada de ALFRED DUNHILL LINKS CHAMPIONSHIP. A marca ALFRED DUNHILL é atualmente patrocinadora de eventos esportivos de prestígio, como a Queenss Cup Polo Tournament, um torneio de polo a cavalo que acontece anualmente com a etapa final disputada em Smiths Lawn, Windsor, habitualmente na presença de sua majestade, a rainha da Inglaterra.

Depois de passar pelas mãos de alguns proprietários, a marca foi adquirida pelo conglomerado de luxo Richemont em 1998. Nos anos seguintes a sofisticação e diversificação de seus produtos aumentaram ainda mais e a empresa se desfez de suas marcas de cigarros e tabacos. Em 2005, o alfaiate Richard James, o relojoeiro Tom Bolt, o estilista Nick Ashley e o artesão em couro Bill Amberg foram contratados para revitalizar a marca DUNHILL, criando produtos contemporâneos, mas com ares clássicos.

Atualmente a grife continua a criar a expressão do estilo contemporâneo inglês e sua alta qualidade é reconhecida no mundo inteiro. Afinal, alguns dos maiores ícones masculinos dos últimos 100 anos foram clientes fiéis da marca, incluindo o Duque de Windsor, Winston Churchill, Frank Sinatra e Truman Capote. De Daniel Craig e Jude Law a Ranulph Fiennes e o arquiteto David Adjaye, o homem DUNHILL do século XXI é uma potente mistura de estrela cinematográfica, aventureiro e visionário.

Dicas do Catalogo CDC de como umedecer e recuperar o tabaco ressecado:

1) Abra a lata ou bolsa de tabaco e coloque-a num saco de plástico. 
2) Coloque uma chaleira de água para ferver. 
3) Quando começar a formar o vapor, mantenha a abertura do saco plástico sobre o vapor. Certifique-se que o vapor esteja passado para o interior do saco. Cinco segundos de vapor serão suficientes. 
4) Feche o saco e deixa repousar por cerca de uma hora 
5) O tabaco no saco irá absorver a umidade. 
6) Após esta hora o tabaco terá recuperado o seu nível inicial de umidade. 

Ou:

1) Pegue um pedaço de cerâmica e um pouco d'agua
2) E ponha tudo em uma chaleira para ferver um pouco.
3) Retire o pedaço de cerâmica da chaleira (cuidado "pode" estar quente). Seque superficialmente. Ponha-o em um pote junto com o tabaco ressecado. E deixo-o lá por um tempo (1-3 dias).
4) Quando ele secar, deixe-o de molho em um copo com água de um dia para o outro.
5) É muito bom, uso-o para re-umidecer tabacos ressecados, sem o perigo de botar fogo na casa e nos tabacos. 






   


 
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